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26 setembro 2022

Palestra "Qual o conceito de Pensamento Computacional?" (27/08/22) 19h

📌 Tema: "Qual o conceito de Pensamento Computacional?"
📌 Quem: Profa. Dra. Eloisa Rosoti Navarro
📌 Quando: 27/08/22 19h
📌 Organização: Núcleo de Educação Matemática (NUCEM UFU)
📌 Onde: Online Youtube
👉 Com certificado

Pelo projeto Ciclo de Seminários em Educação Matemática

Veja no vídeo abaixo:  



22 setembro 2022

Palestra Matemática e Teatro: teoria, prática e ressonâncias

 

Esta palestra ocorreu no dia 20/09/2022, não poude assistir (ainda), mas certamente é um assunto interessante para se explorar em sala.

Encontro com Lucas Führ para uma conversa sobre Matemática e Teatro. Lucas Führ é professor de matemática no estado do Rio Grande do Sul. Desde a sua licenciatura estuda a articulação entre Teatro e o Ensino de Matemática. Atualmente é mestrando em Ensino de Matemática pelo Programa de Pós-Graduação em Ensino de Matemática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e Membro do grupo de pesquisa História, Filosofia e Educação Matemática da UFRGS.

Esta live faz parte das ações do Laboratório de Ensino de Matemática do Agreste Pernambucano - LEMAPE em  parceria com o projeto Matemáfrica - Grupo Aya-Sankofa - Campus do Agreste/UFPE.

A palestra pode se vista logo abaixo ou no canal do LEMAPE no youtube.



20 setembro 2022

Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (ENCiMA) 2023

 

O Programa de Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (ENCiMA) se dirige a professores, coordenadores pedagógicos e demais profissionais da Educação.

Poderão se candidatar os graduados e os estudantes concluintes nos cursos superiores de Licenciatura ou Pedagogia. Os candidatos devem ter vínculo profissional vigente, atuando em atividades pedagógicas ou de ensino em ambientes de educação formal ou não formal.

Mais informações:
https://spo.ifsp.edu.br/component/content/article?id=315

Divulgando "Curso de Integração de recursos digitais no ensino de Educação Financeira”.


Divulgando,
✏️Carga horária: 60 horas
✏️Público-alvo: Professores de matemática atuando nesta disciplina.
✏️ Número de vagas por turma: 30 vagas
✏️ Período de inscrição: 19 a 23 de setembro de 2022, via Google forms:
[https://forms.gle/bxcBQSdxREbVTUEp9]
✏️Período do curso: 26 de setembro a 06 de dezembro.
⏰Modalidade: O curso ocorrerá totalmente online, tendo encontros síncronos de 1 h com início às 19 h (horário de Brasília).
🗓 Os encontros síncronos serão realizados nos dias: 27/09/2022, 04/10/2022, 18/10/2022, 01/11/2022, 15/11/2022, 06/12/2022.
🏅 Certificação: Serão certificados aqueles participantes que obtiverem 70% de participação nos encontros síncronos e realizarem as atividades propostas.
📩E-mail para contato: patriciazperipolli@gmail.com

13 setembro 2022

Curso de jogos pedagógicos para o ensino de probabilidade

A Universidade Federal do ABC está disponibilizando como curso de extensão:
Formação de professores a partir de um jogo para os anos iniciais do ensino fundamental
📌Vagas: 90
📌Inscrições: de 10/09 até 30/09/22
📌Início do curso: dia 08/10/2022 à 19/11/2022
Curso 100% on-line com certificado
Atividade Síncronas e Assíncronas
📌Carga Horária: 60 horas Gratuito
📌Público-alvo: Alunos em formação inicial de professores (Pedagogia e Matemática) e professores da Educação Básica em efetivo exercício
📌Objetivo: Instrumentalizar os professores que ensinam matemática nos anos iniciais em relação aos conteúdos de probabilidade propostos pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC)
📌Inscrição: https://bit.ly/3QuoaA3

10 setembro 2022

Palestra A Matemática está em tudo? Crítica de uma razão-mundo e uma razão-do-mundo


 📌 Tema: A Matemática está em tudo? Crítica de uma razão-mundo e uma razão-do-mundo
📌 Quem: Prof. Dr. Diego Gondim (UFF)
📌 Quando: 14 de setembro 17h
📌 Onde: Online - Youtube canal Petmat-UFRJ



 

04 setembro 2022

III Encontro de Matemática e Práticas de Ensino

📌 Quem: IFF Maranhão campus Buriticupu
📌 Quando: 13  a 15 de setembro
📌 Onde: presencial
Inscrições pelo link [ aqui ]
 

III Encontro da Matemática e Práticas de Ensino, sob o tema: “Laboratório de Matemática e Prática Docente: perspectivas e desafios”, objetiva-se um momento para discussão e debates sobre as mais diversas e inusitadas áreas do conhecimento em que a matemática básica se faz presente, revelando sua importância e aplicabilidade. Este encontro visa atender à prática profissional integrada nos cursos de formação de professores de Matemática do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão - Campus Buriticupu, assim como os profissionais já formados e atuantes nas escolas municipais e estaduais da mesma região, bem como os estudantes do ensino médio, com o objetivo de confrontar os acadêmicos de licenciatura diante da discussão sobre a inserção da matemática na vida cotidiana, na diversidade de saberes e nas profissões, traçando um caminho investigativo sobre a escola, o ensino, a formação e os resultados obtidos através deles.

Vale ressaltar a importância deste encontro, pois além de oportunizar os acadêmicos socializarem os saberes construídos no decorrer dos seus estudos, também permitirá que os mesmos compartilhem suas produções científicas/acadêmicas que foram desenvolvidas, trocar e construir conhecimentos sobre matemática, e educação matemática, além de outras áreas da formação pedagógica, haja visto que está em pauta assuntos que irão induzir o futuro educador do Município, do Estado e do Brasil, logo precisa-se refletir e por consequência direcionar sua prática pedagógica desde já.

29 agosto 2022

IX Encontro Paranaense de Modelagem na Educação Matemática (EPMEM)

 

📌 Tema: Práticas e pesquisas atuais em Modelagem na Educação Matemática: ampliando os debates
📌 Quem: UNESPAR & SBEM-PR
📌 Quando: 1 a 3 de setembro
Inscrições pelo link [ aqui ]

Evento presencial e pago.

A Sociedade Brasileira de Educação Matemática – Regional Paraná (SBEM-PR), em parceria com a Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), Campus de União da Vitória, promoverá o IX Encontro Paranaense de Modelagem na Educação Matemática (EPMEM), com o tema “Práticas e pesquisas atuais em Modelagem na Educação Matemática: ampliando os debates”

O EPMEM teve sua origem na Universidade Estadual de Londrina (UEL), que sediou o I EPMEM no ano de 2004, buscando dar visibilidade às discussões realizadas na instituição e colocá-las em debate com professores e pesquisadores de outras regiões brasileiras. Porém, o evento foi além, constituindo-se em um impulso para aproximar diversos pesquisadores que se dedicavam ao tema no estado do Paraná.

Desde então, o evento ocorre a cada dois anos de forma itinerante, sendo organizado pelos diferentes grupos paranaenses que pesquisam e estudam sobre a Modelagem na Educação Matemática.

Pesquisa mostra como bomba da pandemia já estoura no colo de professores


Como a coluna tem paywall reproduzi o texto abaixo:

A pesquisa pode ser lida nesta matéria da Folha de São Paulo [ aqui ]

Matheus Pichonelli - Pesquisa mostra como bomba da pandemia já estoura no colo de professores

Desde a volta às aulas presenciais, um amigo professor relata uma mudança no comportamento de seus alunos do sexto ano até o fim do ensino médio de um colégio particular no interior de São Paulo.

As mesmas atividades e avaliações que ele aplicava há três anos hoje não empolgam nem motivam. “O nível das notas foi lá embaixo”, lamenta.
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Parte da dificuldade é explicada pela agitação inusual dos jovens, que voltaram para a sala de aula, segundo ele, querendo extravasar sem limites tudo o que ficou represado no período mais agudo do isolamento.

“Parece que eles se esqueceram como é o comportamento em sala de aula. E a direção optou por não forçar muito, por ser mais maleável. Percebo um aumento das brincadeiras fora de hora, o desinteresse total por qualquer atividade, a defasagem em escrita e leitura.”

Se antes os xingamentos e brincadeiras mais agressivas entre os alunos do ensino fundamental ocorriam de forma mais velada, longe da vista dos responsáveis, agora ela é ostensiva. São recorrentes nos corredores ou mesmo dentro da classe. Para o meu amigo professor, é como se houvesse uma urgência justamente de chocar e chamar a atenção.

Quem tem amigos professores sabe que casos do tipo estão longe de serem isolados. Antes mesmo da reabertura já era nítido que parte da hostilidade contra os professores já era alimentada pelos próprios pais de alunos.

Pois a bomba parece ter estourado.

Uma pesquisa recente realizada pela organização social Nova Escola e publicada na Folha de S.Paulo mostrou que 66% dos docentes brasileiros notam aumento da agressividade de seus alunos desde o fim do confinamento. Ao todo, 5.305 educadores de todas as regiões do país foram ouvidos.

Mais de 70% afirmam que já houve casos de violência por parte dos alunos nas escolas onde trabalham.

As razões para a hostilidade são diversas. Parte dos docentes atribui a agressividade ao aumento de doenças psicológicas devido ao isolamento (50,6%), à falta de socialização dos alunos durante a pandemia (40,5%), à vulnerabilidade familiar (46%) e à falta de ações disciplinares por parte da escola (24,7%).

A falta de tato social tem sido uma marca da retomada de velhas rotinas após dois anos de confinamento. Se tem adulto diplomado com dificuldade para se comportar na primeira fileira de um show de Roberto Carlos, imagina no fundão da sala, onde indivíduos ainda em formação estão aprendendo a viver em sociedade.

Como lembrou, em entrevista à Folha, a diretora da Nova Escola, Ana Ligia Scachetti, a pandemia teve consequências negativas para toda a sociedade, mas as crianças e os adolescentes sofreram mais justamente porque têm menos maturidade. “Não é que elas ficaram dois anos sem ir para a escola e perderam só conteúdos, elas perderam dois anos de convivência social em um ambiente que é fundamental para seu desenvolvimento.”

A retomada não tem sido tranquila nem para os professores nem para quem tem filhos em idade escolar.

Um pouco por pena e outro tanto por não saber como gerenciar o tempo livre das crianças sem escola, muitos de nós relaxamos com os limites para consumo de internet e exposição a telas nos períodos mais tensos da crise sanitária. Migrar as atenções agora para as páginas de livros ficou complicado, para dizer o mínimo. Não dá para competir com o youtuber verborrágico e pensar em limites sem entrar em conflito e ouvir umas boas dos pequenos.

Pais de amigos contam que, se antes o tédio e a melancolia eram as principais preocupações em casa, agora a aflição é com o nível de agressividade dos meninos quando se encontram. E eles gritam cada vez mais. Xingam cada vez mais. Choram cada vez mais. Dá para imaginar como tudo isso tem chegado aos pátios da escola.

Dias atrás, uma amiga da área de saúde foi até uma escola pública de seu município e saiu de lá assustada com a forma com que foi recebida pelos alunos. Se antes havia acolhimento às palestras e conversas sobre tratamentos, higiene e saúde básica, agora é comum ouvir respostas atravessadas, com risadas ao fundo, de jovens desafiadores. Nem sempre foi assim.

Naquela escola, onde o uso de máscaras ainda é opcional, ela notou que parte dos estudantes ainda têm dificuldade para retirar o acessório em público. São justamente os alunos que se sentem fora do padrão e que mais sofrem bullying dos colegas.

Uma aluna entrou em choro convulsivo ao tirar o equipamento para fazer um tratamento dentário, que hoje precisa ser realizado em um canto escondido da escola, longe da vista dos amigos. Ela dizia que era muito feia e não queria ser vista.

“Dá pra notar como muitos perderam o tato da convivência”, relata.

A profissional conta que é notável como o aumento da pobreza no país virou uma marca no ambiente escolar. “É nítida a falta de perspectiva. É como se todo mundo ali soubesse que não vai ter emprego ao fim do curso. Então falam: ‘Dane-​se, é tudo uma grande várzea’.”

Lidar com tudo isso é o desafio mais urgente da retomada.

Como lembrou Scachetti em sua entrevista, todos os problemas sociais desembocam na escola, mas a escola não pode resolvê-​los sozinha.

Levar essa lição para casa pode ser o começo de uma reconstrução que passa, mas não se limita apenas, à sala de aula.

fonte: https://tab.uol.com.br/colunas/matheus-pichonelli/2022/08/23/pesquisa-mostra-como-bomba-da-pandemia-ja-estoura-no-colo-de-professores.htm

27 agosto 2022

1° Colóquio de Livros Didáticos de Matemática

 

📌 Tema: 1° Colóquio de Livros Didáticos de Matemática
📌 Quando: 01 e 02 de setembro
📌 Onde: presencial, na Unesp/ Rio Claro
📌 Informações [ aqui ]
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🔴 Acesse http://bit.ly/cubomat para mais detalhes 😉 ou use o link na bio.
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publicado em 27/08/2022